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A indenização será dividida entre os três autores da ação judicial, sendo a esposa e os pais do jornalista, que receberão R$ 150 mil cada a título de danos morais.
Por outro lado, os pedidos relacionados a danos materiais e pensão mensal para a companheira da vítima foram negados pela Justiça. A decisão considerou insuficientes as provas apresentadas para comprovar dependência econômica e prejuízos financeiros diretos decorrentes da morte.
Em manifestação oficial, a Chapecoense informou que não irá comentar o teor da sentença neste momento, destacando que o processo ainda tramita judicialmente e poderá ser objeto de novos recursos.
A defesa do clube argumentou que o jornalista viajava sem vínculo contratual direto com a equipe, na condição de profissional de imprensa convidado, e que isso afastaria eventual obrigação civil. O entendimento, no entanto, não foi acolhido pela Justiça.
Natural de Pelotas, Giovani Klein tinha 28 anos e atuava na cobertura esportiva da RBS TV em Chapecó desde 2014.
A tragédia aconteceu na madrugada de 29 de novembro de 2016, quando a aeronave que transportava a delegação da Chapecoense para a final inédita da Copa Sul-Americana caiu pouco antes de pousar em Medellín. A investigação oficial concluiu que o acidente foi causado pela falta de combustível.
Entre os sobreviventes está o lateral-direito Alan Ruschel, que retomou a carreira profissional após o acidente e atualmente defende o Esporte Clube Juventude na elite do futebol nacional. Com informações: EFE



