De inimigos a amantes, é possível?
Tornou-se muito comum, principalmente na literatura Nacional e Internacional um gênero literário conhecido como “enemies to lovers”, que traduzindo literalmente significa “inimigos a amantes”. Mas será possível constituir uma relação com um inimigo?
Ainda na literatura, o nome deste gênero não surge atoa. Significa que eles realmente são inimigos: possuem alguma rixa, em alguns casos guerras ou conflitos políticos, ideológicos. Por conta disso, estão em lados totalmente opostos de um tabuleiro.
Na vida de verdade, na realidade presente, a gente entende que é quase que praticamente impossível dois inimigos, com pensamentos e fontes ideológicas completamente opostas, se apaixonarem. Isso acontece porque na realidade, a premissa de que opostos se atraem pode vir a funcionar caso o assunto em questão seja o sabor do sorvete, por exemplo.
No entanto, quando trata-se de questões extremamente relevantes para o dia a dia, como visão política, no qual essa vai influenciar se há comida na mesa do cidadão, essas divergências causam mais conflitos do que tesão.
Independente de como se estruture o relacionamento, namoro, casamento, relações que envolvem sugar daddy, se não houver um mínimo de concordância em assuntos do cotidiano, essa relação está fadada ao estresse. Entretanto, caso você tenha uma tendência a apreciar esses tipos de relacionamento, seguem algumas recomendações:
Legend – Marie Lu
Neste Bestseller do The New York Times, June e Day (dois personagens relevantes da trama), se envolvem em uma guerra distópica em que cada um deles representa um lado: ela representa o governo, já ele?! Os rebeldes!
É assim que se perde a guerra do tempo – Amal El-Mohtar e Max Gladstone
Red e Blue trabalham para agências inimigas e fizeram juramentos de atrapalharem as missões um do outro pela eternidade. O que eles não esperavam é que algumas cartas comecem a ser trocadas, e a inimizade acabe virando amor.



