Delinho foi capturado após assinar bilhete enviado à cunhada
Viviane Freitas/ Capital News –
Um erro aparentemente simples levou à prisão de Everton de Brito Nemésio, conhecido como “Delinho”, um dos principais operadores do PCC, no domingo (11), em Ponta Porã, a 346 km de Campo Grande.
Ele foi identificado após assinar uma carta enviada à esposa de um dos chefes da facção, revelando seu nome verdadeiro.
Segundo a Polícia Civil, Delinho era mensageiro entre líderes presos e os chamados “sintonias” em liberdade.
Para despistar a polícia, usava cartões de memória ativados no exterior e documentos falsos.
No entanto, foi traído por uma carta escrita à mão. “Meu nome é: Everton Nemésio”, escreveu ao final do bilhete, pedindo orações.
A carta, interceptada pela Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) de Mogi das Cruzes (SP), usava uma linguagem religiosa para tentar despistar a polícia, mas serviu como prova determinante para confirmar a identidade do criminoso.
“Até me deu um arrepio só de ouvir, cunhada”, dizia outro trecho da carta.
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