
Após exibição no Festival de Brasília, filme é lançado em Dourados com entrada gratuita e apresenta ‘caminhoneiro uruguaio’ e rapper guarani-kaiowá pelo Brasil
Jandaia Caetano/Tv Sobrinho –
O longa-metragem A Pele Morta foi exibido na última semana no Festival Brasília do Cinema Brasileiro e será lançado neste final de semana em Dourados, local onde o filme rodou, com entrada gratuita nos dois dias.
No sábado (26), às 16h, no Cine Auditório Wilson Valentin Biasotto, na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) – Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso – o filme é lançado, no Ceud/UFGD. No domingo, 17h30, ele é lançado no Ayvú Records, o primeiro estúdio de barro dentro de uma reserva indígena no Brasil, na Aldeia Jaguapiru.

O longa foi filmado nas aldeias Jaguapiru e Bororó, que formam a maior reserva indígena do país, em termos populacionais. São mais de 20 mil moradores das etnias Guarani Kaiowá, Guarani Ñandeva e Terena.
A Pele Morta conta a história de um caminhoneiro uruguaio (Cesar Troncoso) e de um rapper indígena, em viagem pelo país, mostrando as diferenças e dificuldades dos personagens principais; uma carona (Ivana Gomes) se integra à viagem e formam o trio de atores principais. O filme é dirigido por Denise Moraes e Bruno Fatumbi Torres e idealizado pelo cineasta gaúcho Geraldo Moraes, falecido em 2017.
Destaque para o ator Luan Iturve, aluno indígena do audiovisual da Diretoria de Arte e Cultura (Dac) da UFGD. A Dac/UFGD apoia o projeto. O Centro de Cultura e Extensão Universitária (Ceud)/UFGD, neste sábado, receberá parte da equipe e do elenco para o lançamento.

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