Balsa do Rio Piquiri segue interditada após elevação do nível da água no Paraná

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Travessia entre Terra Roxa e Francisco Alves permanece inoperante; motoristas devem utilizar desvio pela BR-272, com trajeto cerca de 40 quilômetros mais longo

Raysa Almeida/Tv Sobrinho –

balsa utilizada para a travessia do Rio Piquiri, na BR-272, entre os municípios de Terra Roxa e Francisco Alves, no Paraná, segue inoperante nesta segunda-feira (14) após a elevação do nível do rio. A situação foi comunicada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) à concessionária EPR Paraná no sábado (12).

Segundo a concessionária, o DNIT informou a necessidade de realizar adequações na estrutura da balsa devido à subida do nível da água. Enquanto a intervenção não for concluída, a travessia permanece suspensa.

A interrupção ocorre após as fortes chuvas registradas na região do Noroeste do Paraná nos últimos dias, que provocaram a elevação do volume dos rios.

Desvio

Com a balsa fora de operação, os motoristas que utilizam a BR-272 precisam fazer um desvio. A orientação é acessar a rota alternativa pela entrada de Terra Roxa, no km 553 da BR-272, seguindo pelas rodovias da região, e retornar à BR-272 em Francisco Alves, no km 521.

De acordo com informações divulgadas sobre a interdição, o trajeto alternativo acrescenta aproximadamente 40 quilômetros à viagem.

Equipes da EPR Paraná permanecem posicionadas nos pontos necessários para reforçar a sinalização e orientar os motoristas durante o período de interrupção.

A travessia por balsa é utilizada como alternativa desde a interdição da ponte sobre o Rio Piquiri, no km 541,79 da BR-272, que passa por obras de recuperação estrutural. O DNIT já havia retomado a operação das balsas em maio, inicialmente com restrições para determinados veículos.

A EPR Paraná orienta os usuários a redobrarem a atenção durante o deslocamento e, em caso de dúvidas ou necessidade de informações, disponibiliza o telefone 0800 369 0376.

A concessionária ainda não informou uma previsão para a retomada da travessia, que depende da conclusão das adequações determinadas pelo DNIT.

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