Real H é a primeira indústria certificada pelo Programa ESG-Fiems

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Sugestão de Pauta –

A Real H é a primeira indústria de Mato Grosso do Sul a receber a certificação do Programa ESG-Fiems, iniciativa que reconhece empresas comprometidas com boas práticas ambientais, sociais e de governança. Após um processo de auditoria conduzido pelo Bureau Veritas, a indústria obteve classificação B em Ambiental, A em Social e B em Governança, demonstrando excelência na gestão sustentável.

Com 69 indicadores avaliados, a certificação atesta que a Real H implementou ações efetivas em eficiência energética, gestão hídrica, mudanças climáticas, diversidade, segurança no trabalho, ética e inovação. O reconhecimento reforça o compromisso da empresa em aliar crescimento econômico à responsabilidade socioambiental.

Na avaliação do diretor de sustentabilidade da Fiems, Robson Del Casale, essa certificação representa um marco para a Federação. “Mostra um norte muito claro, uma tendência muito clara em Mato Grosso do Sul, de que as indústrias estão buscando cada vez mais os caminhos da sustentabilidade. E isso é uma tendência mundial, uma tendência global e irreversível”, afirmou.

Del Casale reforçou ainda que as boas práticas de governança, as boas práticas sociais também são avaliadas para que a empresa possa receber a certificação. “É uma alegria muito grande estar aqui hoje na Real H, porque demonstra a preocupação da indústria, demonstra a forma como ela está conduzindo seus negócios, demonstra que é uma indústria moderna, em que pese os 40 anos”, completou.

Já o diretor técnico e industrial da Rea H, Mário Reinck Real, receber a certificação do Programa ESG-Fiems é uma grande satisfação e reforça o trabalho que já é desenvolvido há tempos na empresa. “Nós ficamos muito felizes e nos preocupamos em melhorar cada vez mais. Então na próxima vez que a Fiems vier nos auditar, queremos conquistar o conceito A em todas as áreas”, disse.

Ele ainda reforçou que a preocupação com as práticas de ESG é uma tendência global e que as empresas que não se atentarem a isso não resistirão. “A empresa que não está nesse caminho, eu acho que ela vai perdendo mercado e ela vai ter que adotar as práticas ESG em algum momento se ela quiser sobreviver”, finalizou.

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