Polícia Civil também solicitou 13,7 mil medidas protetivas
Em 2023 foram 13,7 mil medidas protetivas solicitadas pela Polícia Civil e concedidas pelo Poder Judiciário a mulheres vítimas de violência – que assim conseguiram garantir a proteção de suas vidas.
Fora isso, o Estado registrou uma queda de 1/3 (32%) dos feminicídios entre os anos de 2022 e 2023, conforme os dados mais recentes apontados pela Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública).
Em 2023 foram elucidados 96% dos feminicídios registrados pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, enquanto no ano retrasado o índice ficou na casa dos 88% e durante o ano de 2021 a porcentagem de elucidação foi de 91%, segunda os dados da Sejusp.
A delegacia é, geralmente, a primeira porta de acolhimento para tais mulheres, sendo as delegacias especializadas no atendimento à mulher uma ferramenta essencial nessa política de Estado.
Todos os casos que chegam na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) são analisados com cuidado e, se necessário, as vítimas são encaminhadas ao Ceamca (Centro Especializado de Atendimento à Mulher, à Crianças e ao Adolescentes em Situação de Violência), antigo Ceam, para acompanhamento aprofundado e por maior período, gratuitamente, até que tenham aval de liberação do profissional responsável.
Em casos mais graves, há ainda a Casa Abrigo, que recebe mulheres sob alto risco.
Fonte: Elaine Oliveira
Capital News



