Ponte de Guaratuba está na fase de estudos ambientais, após intervenção do Ministério Público

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Apoio à matéria: Escritório Bandeirantes e Global Internet
A ponte ligando Guaratuba a Matinhos (Caiobá) é um sonho antigo do paranaense, do povo de Guaratuba e do turista que vem ao referido município litorâneo.
Atualmente, o Governo do Paraná informa que a obra está na fase de estudos ambientais. Esta etapa começou em 22 de julho e tem 420 dias para ser concluída – ou seja, até dois de setembro do próximo ano.
Colocada como prioridade pelo governador Ratinho Júnior (PSD) a obra estava programada para licitação e execução de uma forma mais acelerada. Em julho de 2020 o edital foi lançado, para projetos simultâneos de engenharia e de estudos ambientais, porém o Ministério Público do Paraná entrou com ação solicitando licitação separada e foi atendido em caráter liminar pela Justiça da Comarca de Guaratuba.
Segundo o governo do estado, para evitar uma batalha judicial, o mesmo lançou um novo edital, somente para o Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), vencido pelo consórcio Maia Melo Engenharia (Pernambuco) e Enescil Enhenharia de Projetos (São Paulo).
TRAVESSIA POR FERRY BOAT COMEÇOU NA DÉCADA DE 60; EMPRESA DE GUAÍRA TRABALHOU POR 25 ANOS
Além da parte turística, a obra também é requisita pelo prefeito de Guaratuba, Roberto Justus (Dem), reeleito em 2020. Ele aponta necessidade para a área da saúde, já que o Hospital regional de referência fica em Paranaguá e a dificuldade de trabalho e estudo nos demais município, diante da demora na travessia.
Na alta temporada, de dezembro e janeiro, cerca de 200 mil veículos/mês utilizam a travessia. Nos demais meses este número cai para entre 70 mil e 100 mil veículos.
Em abril deste ano a BR Travessias assumiu a operação do serviço (contrato inicial de dez anos), após 25 anos de trabalho da F.Andreys – que também fez a travessia Guaíra-Mundo Novo por muito tempo, até a construção da Ponte Ayrton Senna.
A nova empresa prometeu agilidade e a diminuição no número de filas. Apresentou nova balsa em julho para cruzar a baía, mas o que se viu foi o aumento do tempo de espera nas filas. Em duas ocasiões, julho e no último dia dez de dezembro, ferry boats ficaram à deriva, por 45 minutos e uma hora respectivamente. Só pararam após encontrar um banco de areia e ser resgatada por outra balsa.
O argumento de julho foi uma quebra hidráulica e o deste mês foi o de ventos fortes que impediram o piloto de atracar.
Texto e reportagem: Jandaia Caetano
Imagens – Laísa Brischiliari
Fontes: Tribuna Pr e Paraná Portal.
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