Mais de 22 mil famílias validadas na fase 1 do ‘Municípios Prato Cheio’

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Municípios Prato Cheio

Após análise e validação de dados, 22.143 famílias estão aptas a receber itens básicos de higiene e alimentação na primeira fase do ‘Municípios Prato Cheio para o Desenvolvimento’. Nesta etapa, a iniciativa da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e parceiros chegará a 30 cidades de 9 Estados, com recursos que somam R$ 1,107 milhão.

No total, o projeto já arrecadou mais de R$ 10 milhões, com a proposta de – neste momento de crise com a pandemia da Covid-19 – auxiliar os moradores de pequenos Municípios que têm o menor índice de desenvolvimento humano (IDH) do Brasil.

A ideia é alcançar, em três fases, 3.399 cidades e cerca de R$ 1,3 milhão de famílias.

Ao lado da CNM na iniciativa estão o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), a Associação os Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), a Fundação Banco do Brasil (FBB), a Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB) e a Fundação Hermann Hering.

Entre as etapas para tornar possível a ação, a verificação dos contemplados e a transparência do processo são pontos importantes. Por isso, o consultor da CNM Augusto Braun reforça a importância de ter, entre os parceiros do projeto, órgãos representativos do controle externo, como a Conamp e a Atricon.

“Nos trazem uma segurança ao validarem cada passo. Especialmente esse passo de selecionar as famílias nos traz muita segurança de que vamos atingir o objetivo do projeto, que é atender realmente quem está mais necessitado neste momento que a gente atravessa, essa pandemia tão terrível”, explica.

O recorte de cidades contempladas é outra questão especial na iniciativa e pensada para alcançar a população menos assistida. “Isto foi uma sensibilidade muito importante do presidente [da CNM] Aroldi, que a gente constatou que era uma verdade.

Ações similares ao projeto, colocadas em prática por outras instituições, estão muito concentradas nas capitais, regiões metropolitanas e grandes Municípios, onde, de fato, é mais fácil agir e tem um grande alcance em termos de população, mas esquece os nossos irmãos brasileiros.

Quem pode doar

Para doar ou conhecer mais sobre o projeto basta acessar o . Pessoa jurídica ou física podem contribuir com a iniciativa e doar qualquer valor. O dinheiro das doações será centralizado na Fundação Banco do Brasil, que repassará por meio de cartões Alelo os recursos para as Associações Comerciais, que efetuarão as compras no comércio local e realizarão a distribuição para as famílias beneficiadas.

Com isso, além de atuar para mitigar os efeitos sociais da pandemia, o projeto fortalece a cultura de solidariedade e da compra local.

Fonte: Agência CNM

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