Naviraí – Estudantes produzem curta-metragem sobre os riscos dos jogos de azar virtuais

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Foto: Divulgação

Ta Na Mídia –

Alunos do Colégio Estadual Antônio Fernandes lançaram um curta-metragem com uma forte mensagem de conscientização sobre os perigos dos jogos de azar virtuais, especialmente entre adolescentes. A produção, feita inteiramente por estudantes com orientação da escola, traz uma abordagem emocional e realista sobre as consequências desse vício silencioso.

Curta-metragem:

Título: “Metade de um futuro” – curta-metragem (um alerta sobre os jogos de apostas):

Sinopse:
Maria era uma jovem cheia de sonhos, cercada de amigas e esperanças para o futuro. Mas, pouco a pouco, as apostas digitais foram consumindo sua vida, levando seu riso, suas relações e sua saúde. O curta mostra, em contraste doloroso, o antes e o depois de uma história interrompida. Um alerta sobre como os jogos de apostas podem acabar com uma vida antes mesmo dela começar.

Equipe de produção:

– Estudantes: Laura Rodrigues, Giovanna Batista Ramires e Gabriela Prates Kawassaki

– Professora orientadora: Gabriela Rodrigues

– Edição: Laura Rodrigues

Um alerta que reflete a realidade

O tema do curta não é ficção distante: os jogos de azar online já afetam milhões de brasileiros. Segundo estudos recentes:

– 1,4 milhão de pessoas no Brasil sofrem de transtorno de jogo, com 10,9 milhões em risco.

– Mais de 10% dos adolescentes entre 14 e 17 anos já apostaram online — e mais da metade deles apresenta sinais de vício.

– Casos de perdas financeiras, endividamento, evasão escolar e até tentativas de suicídio têm sido associados ao vício em apostas virtuais.

Esses dados reforçam a importância de projetos escolares que alertem os jovens sobre os riscos das apostas digitais — muitas vezes disfarçadas de diversão.

Educação que transforma

A produção do curta-metragem no Colégio Antônio Fernandes mostra como a escola pode ser um espaço ativo de reflexão e prevenção. Ao dar voz aos estudantes e permitir que eles expressem suas preocupações por meio da arte, a iniciativa transforma informação em ação — e pode inspirar outras escolas a fazer o mesmo.

Obs. A nossa caixa de comentários está aberta mais abaixo, caso o leitor queira participar.

 

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