Defensoria solicita retomada de guarda para mãe.
Bruno Leal/Tv Sobrinho –
Isabela da Silva e Marlene Silva, mãe e avó de Pietra estão em busca de conseguirem novamente a guarda da recém-nascida.
Marlene, avó, afirma que sua neta nasceu com dificuldades de saúde e esteve indo várias vezes ao médico após vir ao mundo. Durante as idas e vindas ao médico, Marlene afirmou que estava a cuidar da criança, contudo a bebê não melhorava.
Alguns dias após nascer, Pietra foi levada para Três Lagoas pela vaga zero, onde ficou por mais de 20 dias. No local, Pietra esteve tendo os cuidados da avó paterna e por quatro dias ficou por cuidados de sua mãe, Isabela.
Isabela, por ser menor de idade, não pode ficar no hospital para cuidar de sua filha e teve que voltar para Mundo Novo.
Após semanas internada, Pietra foi liberada pelos médicos e pode retornar para casa, entretanto sua avó paterna, que estava com a criança por dias hospitalizada, no retorno para casa não deixou Pietra com a mãe em Mundo Novo, levando-a para Japorã.
Moradora de Japorã, a avó ficou com a criança desde o retorno.
O conselho tutelar de Três Lagoas divulgou um áudio sobre a situação: ’’Não, não é a guarda, é um termo de entrega mediante compromisso. Guarda quem dá é o juiz de direito. É apenas para resguardar o melhor interesse da infante Pietra dentro da unidade hospitalar. A guarda é da genitora Isabela. E a genitora Isabela, desde que acompanhada pela senhora (avó materna), tem direito de ver a filha. Se for o caso este Conselho revoga o termo. O termo foi feito de 30 dias. É o que eu dirimi ali no momento, sendo de suficiente para o atendimento e até a mesma futura alta da infante Pietra. É neste sentido”.
Em conversa com o Conselho Tutelar de Mundo Novo, o grupo citou que não deu guarda a ninguém:” Nós do conselho tutelar como órgão protetor dos direitos das crianças e adolescentes em colegiado aplicamos medidas de proteção e fizemos os encaminhamentos aos órgãos competentes. Lembrando que não temos autoridade para definir guarda, essa é uma responsabilidade apenas do Poder Judiciário”.
A defensora pública, Doutora Marta, afirmou que está em busca de solucionar o caso e novamente dar a guarda da infante a genitora:” Já existe um processo em andamento sobre essa questão, que nós entramos em favor da mãe da criança, mas ele segue em segredo de justiça”.
Obs. A nossa caixa de comentários está aberta mais abaixo, caso o leitor queira participar.
*O material pode ser reproduzido, desde que seja dado os créditos, com o nome do autor e da empresa, no início da matéria, como no exemplo deste conteúdo. Caso esta prática não seja respeitada – com o nome ao final do texto somente – o conteúdo acima está desautorizado para reprodução, podendo sofrer consequências judiciais. A prática existe para preservar o investimento feito pela Tv Sobrinho no seu Jornalismo.
* Global Internet, Gráfica Olímpica e Escritório Bandeirantes apoiam o trabalho do jornalista autor desta matéria.


Texto e reportagem: Bruno Leal – Imagens: Isabela Brischiliari



