Regularização do Porto Santo Antônio e proibição de apoio a quem participa ou incentiva ocupações também são destaques
Jandaia Caetano/Tv Sobrinho –
Uma sessão legislativa objetiva e com muitas pautas relevantes marcaram a reunião da última segunda-feira em Itaquiraí. Os 11 vereadores se fizeram presentes e o trabalho foi conduzido pelo presidente Carlos Alberto ‘Careca’ (PSDB).
Chamou atenção projeto do vereador Ricardinho Fávaro (PSDB) que obriga o Executivo a contratar artistas locais para eventos municipais. O projeto vai às comissões e, se passar, é liberado para votação.

A prefeitura informou, através do departamento de Comunicação, que há uma dificuldade operacional dos artistas nacionais liberarem o placo para os cantores ‘pratas da casa, como na próxima ExpoItaquiraí. Desta feita se realiza um festival com premiação anualmente.
Outra pauta polêmica foi a do vereador Valdinei Gubert (PSDB) que alega reclamação de 34 famílias do Assentamento Indaiá que pertencem territorialmente à Iguatemi. Entramos em contato com a assessoria de Comunicação de Iguatemi e não recebemos resposta até a publicação do conteúdo.

Reclamação com Cartório Eleitoral e demandas antigas
O vereador Antônio ‘Zuza’ (PV) reclamou da perda de viagens de moradores da zoina rural que vem à cidade no Cartório Eleitoral e acabam tendo apenas prejuízo financeiro, sem o atendimento.
“Tem famílias que ficam a 80 Km da sede e chegam aqui e perdem a viagem. É injustificável. Atualmente o problema do servidor é de saúde, mas há momentos que são férias”, afirmou Zuza.
Ele pediu para o município ceder um servidor ao local e pediu também a instalação de um posto no Assentamento Santo Antônio, para as comunidades além do Rio Maracaí.

Outras duas matérias foram apresentadas. A vereadora Ariadne Gheller (PP) requereu a regularização fundiária à Prainha da Amizade, Porto Santo Antônio e Lote 177 do Foz do Rio Amambai, para que a prefeitura possa fazer os investimentos necessários nos locais.
Já o tucano Valdinei apresentou projeto que que veda benefícios sociais e contratação para serviço público de pessoa que participa ou tenha participado de forma direta ou com incentivo de ocupação de áreas públicas e privadas.
“Não se pode invadir e regularizar depois”, apontou Valdinei.

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