Segundo a Constituição, o crime de racismo é inafiançável e imprescritível, com possibilidade de pena de reclusão
Na terça-feira (29), uma mulher de 56 anos foi presa por racismo e agressão no Mercadão Municipal de Campo Grande.
Conforme o boletim de ocorrência, a mulher abordou um cliente pedindo que pagasse uma refeição, e, ao receber uma resposta negativa, iniciou agressões verbais e físicas.
A segurança do local foi acionada para retirar a mulher, que resistiu à abordagem, chegando a tentar morder os seguranças.
A situação se agravou com a chegada da polícia, quando a mulher dirigiu insultos racistas a um dos seguranças, chamando-o de “preto seboso”, o que levou os policiais a darem voz de prisão.
Mesmo a caminho da delegacia, a mulher continuou com ofensas racistas, agora contra um soldado, chamando-o de “preto imundo” e “preto fedido”.
Ela poderá responder por racismo, resistência à prisão e desacato.
Segundo a Constituição, o crime de racismo é inafiançável e imprescritível, com possibilidade de pena de reclusão.
Fonte: Viviane Freitas
Capital News



